Meus dois tostões:
O Fernando Gomes como atleta não era excepcional. Mas acho que isso não deve servir de base par a atuação dele como dirigente. O Nuzmann não foi um atleta excepcional mas é o melhor dirigente esportivo do país. Talvez da História do esporte brasileiro.
O Celso era MUITO bom.
Quando comecei na arte, o Renê que foi meu único professor, já era faixa marrom e campeão brasileiro(e acreditem tinha CABELO!)

Os campeonatos cariocas acabavam quase sempre em Lembukan X Kobukan. A elite do karatê carioca se resumia nestas duas academias.
Essa turma que eu vi lutando, Ronaldo, Arrigoni, Renê, Athayde, Arnaldo, Berimbaum, Celso, Vasco, Ingo e um que eu admirava muito pois fazia do karatê uma coisa simples de fazer, o saudoso Vítor Hugo, e mais outros cuja a fisionomia ainda recordo mas não lembro do nome, era classe AA.
Eu modestamente acho que o karatê antes de mais nada é uma arte marcial. Depois é esporte. Quando começou essa coisa de dividir por peso, idade, eu acho que decaiu muito.
Abraços a todos,
Leco